NA ACNE DEVE-SE SABER A CAUSA

JOVEM FORTE

13 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O ORGANISMO DO INDIVÍDUO QUE APRESENTA DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA ESTÁ COMPROMETIDO


COM ATEROSCLEROSE SISTÊMICA, OU SEJA, ATEROSCLEROSE GENERALIZADA.


A doença arterial periférica é um sinalizador de aterosclerose sistêmica. A maioria dos pacientes que apresentam doença arterial periférica, geralmente também apresenta doença arterial coronariana. Já os que têm doença arterial obstrutiva periférica podem também apresentar infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral isquêmico e morte cardiovascular. Pacientes com doença arterial periférica, sem evidências clínicas de doença arterial coronariana têm o mesmo risco relativo de morte por causas cardíacas ou cerebrovasculares como aqueles com diagnóstico de doença arterial coronariana prévia, de acordo com a natureza sistêmica da doença. 
Os mesmos fatores de risco que contribuem para doença arterial coronariana e doença cerebrovascular também podem levar ao desenvolvimento da doença arterial obstrutiva periférica. Devido à alta prevalência da falta de sintomas da doença arterial periférica e porque apenas uma pequena percentagem de pacientes com doença arterial obstrutiva periférica apresenta a clássica claudicação (mancar), a doença arterial periférica é subdiagnosticada e, portanto, não tratada. Os profissionais de saúde podem ter dificuldade em distinguir doença arterial obstrutiva periférica de outras doenças que afetam os membros inferiores, tais como a artrite, a estenose espinal ou a doença venosa. Para essa avaliação, a definição de doença arterial periférica é a aterosclerose da aorta e das artérias ilíacas e das artérias dos membros inferiores. 
A doença arterial periférica é uma manifestação de aterosclerose sistêmica, sendo, portanto, associada à significativa morbidade e mortalidade. A maioria dos pacientes com doença arterial obstrutiva periférica geralmente têm doença arterial coronariana concomitante, e um grande problema de morbidade e mortalidade, está relacionada ao infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral isquêmico ou morte cardiovascular. De fato, em uma série de 1000 angiografias (exame que usa contraste para se observar estreitamentos das artérias) coronárias de pacientes que estavam sob observação para cirurgia de aneurisma da aorta abdominal, da carótida, da doença arterial coronariana ou doença arterial periférica, apenas 8% demonstrou artérias coronárias normais. Observou-se também que os pacientes com doença arterial obstrutiva periférica, mas sem evidências clínicas de doença arterial coronariana têm o mesmo risco relativo de morte por causas cardíacas ou cerebrovasculares como aquelas cujo principal diagnóstico é de doença arterial coronariana, o que é consistente com a natureza sistêmica da doença. 
Além disso, a doença arterial periférica está associada à depressão, a uma profunda redução da capacidade funcional (alterações do equilíbrio, da mobilidade, etc), e má qualidade de vida no geral. Notadamente, os pacientes com doença arterial periférica, já exibem um grande declínio da capacidade funcional, possuem maior risco de perda da mobilidade, e têm um maior risco para mortalidade cardiovascular. Os mesmos fatores de risco que contribuem para a doença cerebrovascular e doença arterial coronariana, tais como idade avançada, hipertensão, hiperlipidemia, diabetes mellitus tipo 2 e história prévia ou atual de tabagismo, também levam ao desenvolvimento de doença arterial obstrutiva periférica. Os fatores de risco adicionais que foram associados à doença arterial periférica incluem doença renal crônica, níveis séricos baixos de hidroxi-vitamina D, e a presença de vários marcadores inflamatórios, como a homocisteína, proteína C-reativa, beta-2- microglobulina e cistatina C. 
A doença arterial periférica é subdiagnosticada, devido à falta de formação educacional sobre a doença arterial periférica durante o curso de medicina e de formação médica na pós-graduação, e a alta prevalência da doença assintomática. Excelentes modalidades de imagem não invasivas estão disponíveis para ajudar o clínico no diagnóstico e no tratamento da doença arterial obstrutiva periférica.


AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1. A doença arterial periférica é um sinalizador de aterosclerose sistêmica...
http://aterosclerose.blogspot.com 

2.
A definição de doença arterial periférica é a aterosclerose da aorta e das artérias ilíacas e das artérias dos membros inferiores...
http://colesteroltriglicerides.blogspot.com

3.
Os fatores de risco adicionais que foram associados à doença arterial periférica incluem doença renal crônica, níveis séricos baixos de hidroxi-vitamina D, e a presença de vários marcadores inflamatórios... 
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referências Bibliográficas:
Hertzberg Fellow em Medicina Vascular e imagem, o Monte Sinai School of Medicine, Nova Iorque, NY; Mitchell Weinberg D., MD Companheiro Cardiologia Intervencionista, Mount Sinai School of Medicine, Nova Iorque, NY; Jeffrey W. Olin, Professor de Medicina (Cardiologia), Diretor de Medicina Vascular, Zena e do Instituto Cardiovascular Michael A. Wiener, Marie-José e Henry R. Kravis Center for Cardiovascular Health, Mount Sinai Medical Center, New York, NY-Atuou como consultor para a Bristol-Myers Squibb Company; Genzyme Corporation, a Merck & Co.Inc.; sanofi-aventis; Bryony Mearns, PhD-Editor Chefe, Cardiologia Nature Reviews ;Charles Vega P., MD-Professor Associado e Diretor de Residência do Departamento de Medicina Familiar, Universidade da Califórnia em Irvine; Nafeez Zawahir, MD-CME Diretor Clínico, Medscape, LLC; Sarah Fleischman-CME Program Manager, Medscape, LLC- Publicado em: 01/01/1970; Cardiol Rev Nat. 2011, 8 (7) :1-14. © 2011 Grupo Nature Publishing.







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8 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A ATEROSCLEROSE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DEVE SER PREVENIDA UMA VEZ QUE PODE LEVÁ-LOS AO SOBREPESO


(OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL), A ALTERAÇÕES DO PERFIL LIPÍDICO (DE GORDURAS CIRCULANTES NA CORRENTE SANGUÍNEA) FACILITANDO A FORMAÇÃO DE ATEROSCLEROSE.


O processo aterosclerótico começa na infância e vários estudos mostram o seu desenvolvimento inclusive em fetos. A manifestação clínica geralmente ocorre apenas por volta dos 60 anos de idade. A adolescência é um período crítico no desenvolvimento da aterosclerose, uma vez que estrias gordurosas podem mudar a placa de transição devido a fatores genéticos e ambientais. Os profissionais de saúde desempenham um papel importante na prevenção e tratamento da aterosclerose, identificando o mau estilo de vida, o histórico familiar de doença cardiovascular precoce ou outras doenças como dislipidemia na família, obesidade, hipertensão arterial e diabetes. A dislipidemia na infância e adolescência deve ser tratada por terapia dietética e mudanças no estilo de vida. Crianças com anormalidades dos níveis lipídicos (gordura no sangue) são de alto risco para desenvolverem doença cardiovascular e devem ser consideradas para tratamento. Com base em estudos realizados na última década, sabe-se que o processo aterosclerótico inicia-se cedo na vida, vários estudos mostram o seu desenvolvimento desde a fase fetal e a evolução depende de fatores genéticos que podem ser influenciados por fatores ambientais. O primeiro achado patológico na aterosclerose é a presença de estrias gordurosas na camada íntima arterial (a camada mais interna, que está em contato direto com o fluxo sanguíneo, é a túnica íntima, normalmente chamada de íntima), que foi identificado como o acúmulo de macrófagos (células de defesa do organismo) preenchidos por gorduras (lípides) e uma proliferação de células musculares lisas vasculares (células musculares lisas de vasos).
A patogênese da aterosclerose (formação da doença aterosclerose) envolve o sistema imunológico e inflamatórios do organismo. As células imunológicas e inflamatórias do organismo migram para a íntima arterial e formam uma placa fibrosa que é responsável por resultados clínicos como trombose e eventos isquêmicos (falta de sangue) na idade adulta. As estrias gordurosas na camada íntima arterial já foram observadas em fetos de mães com hipercolesterolemia. A ingestão de colesterol na infância pode ter influência no metabolismo do colesterol mais tarde na vida, e várias pesquisas têm tentado identificar a associação entre a nutrição infantil, a do adulto e o perfil lipídico de risco cardiovascular. Através de um estudo ficou demonstrado que o processo de aterosclerose começa na infância. Autópsias demonstraram que, à medida que, a superfície intimal das artérias foram cobertas com aterosclerose, foi significativamente associada com um perfil lipídico anormal e a presença de fatores de risco, como hipertensão arterial e obesidade. 
Neste estudo, as estrias gordurosas foram apresentados em 50% das crianças, aumentando com a idade, e foram vistos em 85% dos adultos. A prevalência de placa fibrosa também aumentou com a idade, sendo encontrada em 8% das crianças e 69% dos adultos. Para cada aumento de 5 anos de idade, o local do dano é o mesmo, mas o grau de aterosclerose aumentou de graus I-II para os graus IV-V. Em outro estudo usou-se a ultra-sonografia para avaliar a espessura da media intimal da carótida como um indicador não-invasivo do processo de aterosclerose, ficou demonstrado que a espessura da média intimal da carótida aumentou em adultos e foi associado com um perfil lipídico alterado, outros fatores de risco de doença cardiovascular e fatores de risco na infância. Os adolescentes com dislipidemia têm um risco aumentado do desenvolvimento de sobrepeso ou obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) e eles têm a espessura da íntima da carótida maior na idade adulta em comparação com aqueles que não têm tantos fatores de risco.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
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Como Saber Mais:
1. O processo aterosclerótico começa na infância e vários estudos mostram o seu desenvolvimento inclusive em fetos...
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2. Crianças com anormalidades dos níveis lipídicos (gordura no sangue) são de alto risco para desenvolverem doença cardiovascular e devem ser consideradas para tratamento...
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3. A patogênese da aterosclerose (formação da doença aterosclerose) envolve o sistema imunológico e inflamatório do organismo...
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Referências Bibliográficas:
Fernanda Luisa Ceragioli Oliveira, Rose Vega Patin, Maria Arlete Escrivão Meil ​​Schimith Publicado em: 2010/06/17; Cardiovasc Rev experts lá. 2010, 8 (4) :513-528. © 2010 Opiniões Profissionais Ltda, Dremmers et al.







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7 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: FOI DESCOBERTA UMA LIPOPROTEÍNA DE BAIXA DENSIDADE (LDL), ANTERIORMENTE ENCONTRADA MAIS COMUMENTE EM DIABÉTICOS,


QUE SE FORMA ATRAVÉS DA LIGAÇÃO DA PROTEÍNA DE BAIXA DENSIDADE (LDL) COM UM TIPO AGRESSIVO DE AÇÚCAR QUE TORNA AS LIPOPROTEÍNAS DE BAIXA DENSIDADE (LDL) MENORES, MAIS RÍGIDAS E TAMBÉM FORMAM MAIS ATEROMAS (PLACAS DE GORDURA QUE OBSTRUEM AS ARTÉRIAS),É O Mgmin - LDL ( MAU COLESTEROL - AGRESSIVO) OU WORST - LDL - COLESTEROL OU SUPER MAU COLESTEROL).


Cientistas do Reino Unido descobriram uma forma modificada da lipoproteína de baixa densidade (LDL) - anteriormente encontrada mais comumente em diabéticos - é mais aterogênica e gruda na parede arterial muito mais facilmente do que o “convencional” LDL. As descobertas podem ajudar a explicar por que as pessoas com diabetes correm um maior risco cardiovascular do que aquelas que não têm esta doença. Foi mostrado, que os danos causados à lipoproteína de baixa densidade (LDL) por glicação com uma molécula chamada metilglioxal (MG), um “tipo agressivo de açúcar que torna as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) menores e mais rígidas”, é encontrada quatro vezes mais nos diabéticos em comparação com os não diabéticos, devido os níveis de glicose mais elevados nos diabéticos, É O Mgmin - LDL ( MAU COLESTEROL - AGRESSIVO) OU WORST - LDL - COLESTEROL OU SUPER MAU COLESTEROL). 
Eles também mostraram que esse processo de glicação foi melhorado ligeiramente em doentes que faziam uso de metformina e que, nos idosos, a atividade de uma enzima que desintoxica esta chamada metilglioxal (MG) é reduzida. Agora se tem observado se esta forma de lipoproteína de baixa densidade (LDL) tem capacidade aterogênica aumentada e em caso afirmativo, por que isso ocorre. Em comparação com a lipoproteína de baixa densidade (LDL) "convencional" - que utiliza apenas dois de sete de proteoglicanos - locais de ligação para furar a parede arterial - a alteração dos resultados de lipoproteína de baixa densidade (LDL) metilglioxal (MG), É O Mgmin - LDL ( MAU COLESTEROL - AGRESSIVO) OU WORST - LDL - COLESTEROL OU SUPER MAU COLESTEROL) em uma "mudança estrutural fenomenal "para a molécula, incluindo a exposição de um local de proteoglicanos para uma terceira ligação que tem uma afinidade muito maior para a parede arterial. 
Espera-se que para o futuro se desenvolvam terapias para limpar essa molécula de lipoproteína de baixa densidade LDL - metilglioxal (MG), sendo este último um “tipo agressivo de açúcar que torna as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) menores e mais rígidas”,É O Mgmin - LDL ( MAU COLESTEROL - AGRESSIVO) OU WORST - LDL - COLESTEROL OU SUPER MAU COLESTEROL).

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Como Saber Mais:
1. Foi descoberta uma lipoproteína de baixa densidade (LDL) modificada - anteriormente encontrada mais comumente em diabéticos - é mais aterogênica e gruda na parede arterial muito mais facilmente do que o “convencional” LDL...

2. É encontrada quatro vezes mais nos diabéticos em comparação com os não diabéticos, devido os níveis de glicose mais elevados nos diabéticos...

3. Agora se tem observado se esta forma de lipoproteína de baixa densidade (LDL) tem capacidade aterogênica aumentada e em caso afirmativo, por que isso ocorre...

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Referências Bibliográficas:
Rabbani N, (Universidade de Warwick, Reino Unido); L Godfrey, Xue M, et al. Glicação das LDL pelo aumento metilglioxal aterogenicidade arterial. Um colaborador do possível aumento do risco de doenças cardiovasculares na diabetes. Diabetes 2011; DOI: 10.2337/db11-0085; Godfrey L, M Xue , Shaheen F, M Geoffrion, R Milne, Thornaley PJ.







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29 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: ATEROSCLEROSE; CÂIMBRAS UM MAL FREQUENTE DE MUITOS MOTIVOS DIFERENTES,


ENCONTRADOS EM DOENÇAS GRAVES COMO DE ORIGEM VASCULAR (POR UMA ISQUEMIA LOCAL), NEUROMUSCULAR (POR UMA MIOPATIA ALCOÓLICA) OU DE ORIGEM METABÓLICA (INTOXICAÇÃO POR CAFEÍNA, HIPOGLICEMIAS, INTOXICAÇÃO POR COLCHICINA, ETC.), ACIMA DOS 60 ANOS, CÂIMBRAS FREQUENTES PODEM SER SINAIS DE ATEROSCLEROSE, COM DIMINUIÇÃO DA CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA PARA DETERMINADO GRUPAMENTO MUSCULAR POR OBSTRUÇÃO DO FLUXO DE SANGUE POR PLACAS DE COLESTEROL, COLESTEROL TOTAL, COLESTEROL BOM (HDL) E  MUITO MAIS COLESTEROL RUIM (LDL), E MUITO MAIS CAUSAS CORRIQUEIRAS QUE LEVAM A UMA DOR LANCINANTE E DESAGRADÁVEL.


A causa básica das câimbras seria uma hiperexcitação dos nervos que estimulam os músculos. Esta normalmente é causada por uma falta de magnésio e cálcio, ou também a gravidez, ou uma atividade física vigorosa,... As causas mais comuns das câimbras são a perda de água e sal no organismo através de suor excessivo, conhecido como câimbras de calor. Se as câimbras aparecem esporadicamente durante exercícios muito intensos, provavelmente trata-se da chamada "câimbras do esportista", que podem ser causadas por excesso de ácido láctico ou fadiga aguda das fibras musculares. Mas as causas das câimbras também podem ser de origem vascular (por uma isquemia local), neuromuscular (por uma miopatia alcoólica) ou de origem metabólica (intoxicação por cafeína, hipoglicemias, intoxicação por colchicina, etc...).
Câimbras são caracterizadas por contrações musculares involuntárias, acompanhadas de fortes dores. Ocorrem principalmente nos braços e pernas. Câimbras são espasmos doloridos que afetam principalmente os músculos das pernas e dos pés. Uma câimbra geralmente desaparece após alguns minutos. No entanto, a massagem e o alongamento podem acelerar a sensação de alívio e certos tipos de alimentos tais como: banana, damasco, nozes, semente de girassol ou de frutas cítricas (laranja, morango, kiwi, limão, abacaxi, tangerina, mexerica) também ajudam a prevenir a ocorrência de câimbras futuras por serem ricos em potássio, isto a Nutrição pode fazer por você. A cafeína e a nicotina constrição dos vasos sanguíneos, diminuindo assim a circulação para os músculos e contribuindo para o aparecimento de câimbras. As pessoas que têm aumento do colesterol total, aumento do mal colesterol (LDL), aumento de triglicérides, têm um agravamento do problema, sinais de aterosclerose. Em pessoas acima dos 60 anos, câimbras frequentes podem ser sinais de aterosclerose, com diminuição da circulação sanguínea para determinado grupamento muscular por obstrução do fluxo de sangue por placas de colesterol, colesterol total, colesterol bom (HDL) e colesterol ruim (LDL) . 
Dentre as pessoas com maiores chances de sofrerem de câimbras nas pernas estão os atletas, que queimam suas reservas de glicogênio através da atividade física intensa e perdem potássio e sal através da transpiração excessiva; indivíduos em tratamento para hipertensão arterial ou pressão alta, diabetes mellitus, que estejam tomando medicamentos bloqueadores dos receptor - Beta ou alguns diuréticos, que aumentam a eliminação de potássio; e mulheres nos últimos meses de gravidez, que também eliminam grandes quantidades de potássio na urina. Pessoas acamadas ou que permanecem sentadas por longos períodos de tempo geralmente sofrem de câimbras nas pernas. Algumas pessoas acordam durante a noite com a contração dos músculos da perna; outras sofrem com uma sensação de dor perturbadora, que nós médicos denominam de “Síndrome do Cansaço nas Pernas”. Alguns remédios que afetam o sistema nervoso central podem causar este problema. Em alguns casos, medicamentos podem ajudar ou levantar, mudar de posição pode proporcionar algum alívio. Além das medidas dietéticas, os exercícios físicos regulares para tonificar os músculos e a melhora da circulação é um grande aliado contra as câimbras. Acredita-se que a causa básica da câimbra seja uma hiperexcitação dos nervos que estimulam os músculos. 
Essa normalmente é causada por: Atividade física vigorosa (câimbra pode ocorrer durante ou após o esforço); desidratação (atenção para quem usa diurético); alterações hidroeletrolíticas, principalmente depleção de cálcio e Magnésio; gravidez (normalmente secundário a magnésio baixo); como autoproteção após uma fratura óssea, por exemplo; alterações metabólicas como diabetes mellitus, hipotireoidismo, alcoolismo e hipoglicemia ou hiperglicemia; doenças neurológicas com Parkinson, doenças do neurônio motor e doenças primárias dos músculos (miopatias); longos períodos de inatividade, sentado em posição inadequada; alterações estruturais como pé chato e o genu-recurvatum (hiperextensão do joelho); insuficiência renal em hemodiálise e cirrose hepática; sinais de aterosclerose, deficiência de vitamina B1, B5 e B6; anemia. Como se pode observar existe muitos problemas subjetivos e outros muito objetivos, que levam o ser humano a uma dor angustiante breve, mas que podem ser minorado com uma boa nutrição terapêutica.

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1. Algumas pessoas acordam durante a noite com a contração dos músculos da perna...
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2. As pessoas que têm aumento do colesterol total, aumento do mal colesterol (LDL), aumento de triglicérides, têm um agravamento do problema...
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3. A causa básica das câimbras seria uma hiperexcitação dos nervos que estimulam os músculos... 
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Referências Bibliográficas:
BARBANTI, Valdir J. Aptidão física um convite à saúde. São Paulo: Editora Manole   FOX, Merie L, KETEYIAN, Stevean J. Bases fisiológicas do exercício e do esporte. Traduzido por Giuseppe Tarant. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,   GALI, Julio C. Lesões musculares.  GUYTON, Arthur C. Fisiologia humana. Traduzido por Charles Alfred Esberard. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,   GUYTON, Arthur C, HALL, John, MAUGHAN, Ron, GLEESON, Michael, GREENHAFF, Paul. Bioquimica do Exercício e treinamento. Traduzido por Elisabeth de Oliveira e Marcos Ikeda. São Paulo: Ed. Manole,   MCARDLE, WILLIAM D.: KATCH, Frank I. e KATCH, Victor I: Fisiologia do Exercício - Energia, Nutrição e Desempenho Humano. Rio de Janeiro. Guanabara Kooagan. 
  






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7 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NA MEIA IDADE O RISCO CARDIOVASCULAR ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: NA MEIA IDADE O RISCO CARDIOVASCULAR DEVIDO À HIPERTENSÃO ARTERIAL, DIABETES, QUEDA DO BOM COLESTEROL (HDL-COLESTEROL), AUMENTO DO MAL COLESTEROL (LDL-COLESTEROL), AUMENTO DO COLESTEROL TOTAL, AUMENTO DOS TRIGLICÉRIDES, SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL, ESTÃO ASSOCIADOS À PROBLEMAS DE ANTECIPAR COMPROMETIMENTOS DE COGNIÇÃO (RACIOCÍNIO, MEMÓRIA, FLUÊNCIA FONÉTICA, FLUÊNCIA SEMÂNTICA E O VOCABULÁRIO).

ATEROSCLEROSE

DEVIDO À HIPERTENSÃO ARTERIAL, DIABETES, QUEDA DO BOM COLESTEROL (HDL-COLESTEROL), AUMENTO DO MAL COLESTEROL (LDL-COLESTEROL), AUMENTO DO COLESTEROL TOTAL, AUMENTO DOS TRIGLICÉRIDES, SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL, ESTÃO ASSOCIADOS À PROBLEMAS DE ANTECIPAR COMPROMETIMENTOS DE COGNIÇÃO (RACIOCÍNIO, MEMÓRIA, FLUÊNCIA FONÉTICA, FLUÊNCIA SEMÂNTICA E O VOCABULÁRIO).


O aumento do risco cardiovascular na meia-idade está relacionado ao declínio cognitivo acelerado que começam a surgir uns 10 anos após o aparecimento do risco cardiovascular, segundo pesquisas atuais. Os resultados sugerem um perfil cardiovascular adverso, determinado na meia-idade, prevendo um declínio cognitivo antecipadamente. As maiorias dos fatores de risco de doença cardiovascular resultam em mudanças progressivas nos vasos sanguíneos, incluindo os do cérebro, onde a redução do fluxo sanguíneo para o cérebro pode causar dano cerebral e levar a déficits cognitivos. No início do estudo, os indivíduos tinham uma idade média de 55 anos e estavam livres de doença cardiovascular. O perfil do risco cardiovascular é uma ferramenta desenvolvida recentemente com o objetivo de avaliar o impacto conjunto de fatores de risco cardiovascular no risco de desenvolver não apenas um tipo de problema cardiovascular, mas qualquer outra doença cardiovascular, como o acidente vascular cerebral, a doença arterial periférica, a insuficiência cardíaca, etc. Foi feita uma avaliação com a finalidade de prever o risco em indivíduos de ter um problema cardiovascular, levando em consideração a idade, o sexo, o bom colesterol (HDL-colesterol), colesterol total, pressão arterial sistólica, tabagismo, diabetes e estilo de vida. A função cognitiva foi avaliada no início da avaliação, com 5 anos de avaliação e novamente com 10 anos após o início da avaliação, por meio de testes de raciocínio, memória, fluência fonética, fluência semântica e o vocabulário. Com os indivíduos ajustados pela idade e sexo, foi descoberto que para cada aumento de 10% no risco cardiovascular foi associado com uma diminuição mensurável na performance cognitiva em todos os domínios cognitivos do início da avaliação aos 10 anos, no término da avaliação, em homens e mulheres. Por exemplo, cada aumento de 10% no risco de doença cardiovascular foi estatisticamente associada a reduções significativas de 2,8% na pontuação da memória para homens e uma diminuição de 7,1% para as mulheres.
Nos indivíduos, após ajuste para idade, etnia, estado civil, e educação, o aumento de 10% no risco cardiovascular foi associado com pior performance cognitiva em todos os domínios, exceto para o raciocínio dos homens e fluência em mulheres. Em vários indivíduos ajustados, maior risco cardiovascular foi associado com um declínio correspondente a 10 anos da função cognitiva global em homens e mulheres. Estes efeitos cardiovasculares não são sutis, no contexto geral. Entre os fatores de risco para a doença cardiovascular, como a hipertensão arterial sistêmica, o diabetes, a hiperlipidemia, a história familiar de infarto agudo do miocárdio precoce, ou o acidente vascular cerebral, todas estas alterações no conjunto elevam os fatores de risco. A boa notícia é que os dados sugerem que o tratamento da hipertensão arterial sistêmica e do colesterol elevado, quando os pacientes estão em torno dos 50 anos podem retardar o declínio cognitivo. Com a utilização de medicamentos anti-hipertensivos durante os 10 anos de seguimento associação entre o risco de doenças cardiovasculares iniciais e os 10 anos de declínio cognitivo se torna enfraquecido.
Estritamente falando, a função cognitiva teve um declínio mais lento. Ainda não está claro se os danos vasculares no cérebro podem, em algum momento, serem desfeitos, mas eventualmente minorado. Controlar a pressão arterial elevada, o diabetes e o colesterol alto podem reverter a aterosclerose. Se pode esperar a reversão da aterosclerose ou a estabilização de declínio cognitivo, mas não está claro, se nós podemos esperar uma reversão do declínio cognitivo, por isso se deve prevenir sempre.


AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1.O aumento do risco cardiovascular na meia-idade está relacionado ao declínio cognitivo acelerado que começa a surgir uns 10 anos após o aparecimento do risco cardiovascular... 
http://metabolismocontrolado.blogspot.com 

2. A maioria dos fatores de risco de doença cardiovascular resultam em mudanças progressivas nos vasos sanguíneos, incluindo os do cérebro, onde a redução do fluxo sanguíneo para o cérebro pode causar dano cerebral e levar a déficits cognitivos...
http://aterosclerose.blogspot.com

3. Se pode esperar a reversão da aterosclerose ou a estabilização de declínio cognitivo, mas não está claro, se nós podemos esperar uma reversão do declínio cognitivo...
http://aterosclerose.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referências Bibliográficas:
Sara Kaffashian, MSc, do INSERM, o Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica, em Paris – Fr, Academia Americana de Neurologia 63a Reunião Anual em Honolulu, Havaí – USA, Richard Lipton, MD, diretor da Divisão de Envelhecimento e Demência no Albert Einstein de Nova York Medical College, em Nova York – USA .







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25 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: VIAGENS DE AVIÃO ESCONDEM UM PERIGO SÉRIO,


SE VOCÊ NÃO TOMAR CERTOS CUIDADOS PREVENTIVOS PARA AS VIAGENS LONGAS, OS PROBLEMAS SERÃO MAIS GRAVES SE VOCÊ APRESENTAR OBESIDADE, SOBREPESO, PROBLEMAS VASCULARES, PULMONARES, PROCESSOS COMO VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES OU ALTERAÇÃO DE COAGULAÇÃO, ALTERAÇÃO DO COLESTEROL TOTAL, MAL COLESTEROL LDL, TRIGLICÉRIDES, DEVIDO À FORMAÇÃO DE PLACAS DE ATEROMA QUE OBSTRUEM OS VASOS, PODENDO SE DESPRENDER, FICANDO SOLTAS NA CIRCULAÇÃO PROVOCANDO UMA EMBOLIA, QUE PODE TER ÊXITO LETAL.


É muito frequente programarmos a viagem de nossos sonhos, e acharmos que vamos nos divertir, sem pensar que em lugares estranhos podemos ter algum problema de saúde que porá em risco nossas vidas. Pior ainda, executivos que por força da profissão têm que viajar muito, empresários, até nós médicos que invariavelmente temos que participar frequentemente de congressos no exterior. Não faz muito tempo uma senhora que vinha dos Estados Unidos, ao chegar ao Brasil, durante a viagem, acabou apresentando um processo de obstrução de vasos e posterior liberação de trombo, e acabou evoluindo para exito letal ainda a bordo da aeronave. São muito poucas as empresas aéreas que se preocupam claramente em aumentar o espaço entre poltronas, principalmente na classe econômica, que é mais viável financeiramente.
Já que, não existe um bom senso entre os industriais da indústria aeronáutica, cabe a nós passageiros tomarmos algumas atitudes individuais, independente de optar por empresas mais gananciosas, e não considerando idade nem sexo, devemos tomar o cuidade de a cada 2 horas nos levantarmos para melhorar a irrigação do nosso corpo, andando uns 15 minutos nos corredores. Isto muito provavelmente, não terá um efeito de melhora radical dos problemas, mas apenas um leve efeito profilático, que diminuirá o intenso edema de estase, que invariavelmente ocorrerá nos membros inferiores. Para quem toma substâncias anti-agregantes como AAS ou qualquer outra que existe no mercado, poderá evitar um estrago maior, mas para isto deve se aconselhar com seu médico para não ter efeitos colaterais. 
Quem é portador de sobrepeso, obesidade, obesidade visceral ou abdominal, distúrbios de coagulação, cardíacos, paciente com problemas pulmonares, alteração por qualquer motivo da crase sanguínea, possui aneurismas, alterações de placas de ateroma, alteração do colesterol total, LDL colesterol alto mal colesterol, triglicérides, tem obrigação de avisar à tripulação para que lhe acomode melhor, e evite problemas para eles mesmos e para a tripulação.
De acordo com a IATA- entidade que controla as companhias mundialmente, hoje a média de peso do passageiro é em torno de 90 kilos, mas isto não está atualizado. Por este motivo, quando supera em muito esses valores, a companhia pode cobrar 2 lugares (ocupação) em vez de uma. Não passe por este vexame, primeiro não pemita descontrolar o sobrepeso, obesidade seja qual grau for, segundo goste mais de você e se trate.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Como Saber Mais:
1.A obesidade pode facilitar o desprendimento de trombo... 
http://gorduravisceral.blogspot.com

2.Eu tenho 70 Kg, devo avisar a tripulação que tenho varizes... 
http://metabolicasindrome.blogspot.com

3.Sou obrigado a pagar mais de uma passagem se eu pesar 120 Kg ou mais... 
http://pesocorreto.blogspot.com

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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
IATA – International Aviation Transport Association.







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